Confira o clipe de "Nuclear Family":
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Green Day divulga clipe de "NUCLEAR FAMILY"
O Green Day lançou nesta segunda-feira (11/10) o clipe de uma das músicas do seu novo álbum. A escolhida foi "Nuclear Family", a primeira faixa do disco ¡Uno!, um dos CDs da trilogia que será lançada pela banda no dia 25 de setembro. ¡Dos! e ¡Tré! são os outros álbuns que serão lançados, no dia 13 de novembro e 15 de janeiro, respectivamente.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Charlie Brown Jr: Chorão expulsa Champignon do palco no Paraná
Aconteceu em Apucarana, no Paraná, no último sábado.
O áudio do vídeo abaixo está ruim, mas dá para entender o contexto, onde o vocalista do Charlie Brown Jr diz que tirou o microfone do baixista Champignon porque "de agora em diante" só dirá o que o líder permitir.
Chorão segue por mais de 4 minutos ininterruptos escrachando o baixista que o teria chamado de "ladrão" na mídia. Diz que ter se dado mal na carreira não o tornou humilde e que ele só voltará a falar quando for para "dizer a verdade". O vocalista é enfático quando exige retratação pública e chega a chamar o guitarrista Marcão - que havia saído junto com o baixista e o baterista Pelado em 2005 e voltado há pouco - ao microfone e indagar se ele havia roubado alguém, seguido de um sonoro "não" do músico.
Champignon segue atônito até ouvir do "patrão" um "vá com Deus" e deixar o palco. O show seguiu sem o baixista.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Strip no Altar: Banda aproveita dia do sexo para lançar novo clipe
O Strip no Altar aproveitou o dia do sexo, dia 6 de setembro, para lançar o clipe de "She's Burning", 4º clipe retirado do novo álbum, Vertical Smile.
O clipe traz cenas pra lá de sensuais da modelo Danniele Lima, trazendo de volta a temática sexual deixada de lado no último clipe. O vocalista e guitarrista Plinio Scambora falou um pouco sobre o novo clipe da banda: "She's Burning expõe um tema que curtimos muito, que é o voyeurismo. A Danni foi espetacular! Deu exatamente o clima que queríamos pro clipe, super natural, instigante e muito sexy! Nossa idéia com esse clipe é aguçar a imaginação da galera pra que façam o mesmo com sua namorada, mulher, ficante, etc."
Pra conferir o novo clipe do Strip no Altar, basta entrar no site oficial da banda www.stripnoaltar.com ou assistir no link abaixo:
http://youtu.be/2tMuHIE7UGQ
Em paralelo o Strip no Altar se prepara para o lançamento de um álbum acústico, com lançamento previsto para o final deste ano.
Fonte: Innervision Agency - www.innervisionagency.com
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Robert Plant no Brasil: Ingressos à venda para show em São Paulo
Robert Anthony Plant nasceu em West Bromwich, Staffordshire, Inglaterra, e começou a cantar profissionalmente aos 16 anos. Fez suas primeiras gravações comerciais em 1966 e no ano seguinte formou um grupo chamado Band of Joy, com o baterista John Bonham. Logo, Bonham, Plant, o guitarrista Jimmy Page e o baixista John Paul Jones se juntaram para formar o The Yardbirds, que em seguida se tornaria o Led Zeppelin.
Depopis de anos e muito sucesso ao lado do Led Zeppelin, o músico seguiu uma bem suscedida carreira solo. The Sensational Space Shifters é o seu mais novo projeto. Confira as datas e locais das apresentações de Robert Plant e sua banda no Brasil:
18/10/2012 - Rio de Janeiro/RJ
HSBC Arena - Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401
Ingressos: Em breve
Informações: www.hsbcarena.com.br / 21 3035-5200
20/10/2012 - Belo Horizonte/MG
Expo Minas - Av. Amazonas, 6030
Ingressos: Em breve
22/10/2012 - São Paulo/SP
Espaço das Américas - Rua Tagipuru, 795
Horário: 20h30
Ingressos: Bud Zone (Pista Premium): R$ 400,00 (Meia Entrada: R$ 200,00) / Pista: R$ 240,00 (Meia Entrada: R$ 120,00)
Vendas online: www.livepass.com.br
Classificação etária: 16 anos
25/10/2012 - Brasília/DF
Ginásio Nilson Nelson - Asa Norte, Junto ao Eixo Monumental
Ingressos: Em breve
27/10/2012 - Curitiba/PR
Teatro Guaíra - Rua 15 Novembro, 971
Ingressos: Em breve
29/10/2012 - Porto Alegre/RS
Gigantinho - Av. Padre Cacique, 891
Ingressos: Em breve
Vendas online: www.livepass.com.br (a partir de 29/08)
sábado, 8 de setembro de 2012
Confira entrevista oficial com o novo guitarrista do ALMAh, Gustavo Di Padua!
Webmaster: Olá Gustavo! Por favor, conte pra gente sobre a sua entrada no ALMAh? Quando, onde e como ocorreu a sua primeira conversa e o primeiro encontro com Edu Falaschi e outros integrantes (ou, como aconteceu)?
Recebi um telefonema do Edu me convidando e essa foi nossa primeira conversa. Foi um papo super bacana e eu curti bastante todas as idéias e a vibe. Ele é muito gente boa, com um astral ótimo e isso ficou bastante claro logo de cara. Então, aceitei o convite e tudo aconteceu bem rápido, pois já tínhamos shows marcados e logo nos encontramos no estúdio para o primeiro dos 3 ensaios que faríamos para os shows. Foi super legal! Todos da banda super gente fina, receptivos e tudo rolou na boa. Parecia que já tocávamos juntos há um bom tempo. O clima foi ótimo! E essa é uma das coisas que mais prezo numa banda.
Webmaster: Falando no passado, como começou o seu envolvimento com a música? Como você começou a tocar guitarra, onde estudou? Por qual motivo escolheu o rock e metal como sua maior direção na música?
Na verdade foram algumas etapas para esse descobrimento… rs Quando era bem criança, gostava de tirar coisas num teclado que meu pai me trouxe de uma viagem. Achava que tinha facilidade e tal, mas não levava a sério, tanto que troquei o teclado por um Atari (Vídeo Game da época) nossa isso tem tempo… Interessante que lembro bem do meu pai me incentivando de alguma forma na música. Chegou a colocar Jimi Hendrix para eu ouvir, mas acho que não dei tanto valor, ainda era cedo demais e não estava preparado.
Mais tarde, entrando na adolescência, fiz aquelas aulas de flauta doce no colégio e ficava impregnando todos de casa com as músicas das aulas e minhas próprias composições, muito legal lembrar disso tudo.
Então dos 13 para os 14 anos sequestrei o violão que estava parado lá em casa e aí ferrou!
Aprendi muito rápido a tocar as músicas das revistinhas vendidas em bancas de jornal e tirava de ouvido, criava algumas coisas também. Foi nessa fase que o Rock surgiu de fato. O Rock é que me escolheu! (risos) Vi um cara chamado Clovis Mourad tocando na praia, em um quiosque perto de casa que rolava rock´n roll e metal toda sexta-feira. Grande guitarrista! Fiquei alucinado e fui fazer aulas com ele.
Lembro bem que logo na primeira aula ele me ensinou a escala pentatônica e uns licks (Frases de solo) e eu fiquei improvisando em cima da base que ele estava fazendo. Cheguei em casa muito feliz e falei pro meu pai. To solando! (mais risos)
Webmaster: De quais bandas você já participou antes do ALMAh? Fale da sua carreira como guitarrista solo?
Já Tive várias bandas como: Endless ( Heavy Metal), Aquaria(Heavy Metal) Glory Opera (Heavy Metal) e Cápsula(Rock) além de ter tocado com muitos artistas solo também.
O trabalho solo está muito bem, graças a Deus. Fico muito feliz com a carreira, tudo que venho fazendo e o que ainda vai rolar. Lancei o meu primeiro Cd “The Stairs” em 2008 e estou para lançar em breve dois novos albuns. O primeiro é um trabalho bem Rock’n Roll cantado por mim em português com título provisório (O Outro Lado) e em seguida, outro instrumental e talvez algumas músicas cantadas também. Enfim, bastante feliz e trabalhando bastante!
Webmaster: Outro fato interessante é que, além de tocar guitarra, você canta também… Vai ajudar o Edu nos shows? rs
Com certeza darei meus berros! rs Já fiz alguns backings nos shows, mas a tendência é cada vez mais participar dessa parte vocal da banda com o Edu, Marcelo… Gosto muito de cantar também!
Webmaster: Vc já conhecia o ALMAh antes de receber o convite? O que você achava do trabalho da dupla de guitarristas, Marcelo Barbosa e Paulo Schroeber?
Na verdade conhecia o primeiro álbum e sempre achei muito bom!! Mas esse Cd ainda não contava com as guitarras da dupla que fui conhecer melhor depois ouvindo em algumas outras oportunidades e mais a fundo quando entrei para a banda e comecei a tirar as músicas. Achei animal!!! Tocam demais e fizeram um grande trabalho no Fragile Equality e Motion.
Webmaster: Gustavo, você já subiu ao palco com o ALMAh duas vezes: no Metal Open Air em abril e no Paraguai em maio. Como achou suas primeiras apresentações? Por exemplo, no Paraguai. Segundo as fotos do show, tudo foi muito animal. Aconteceu algo divertido durante a viagem, no backstage etc? Ficou nervoso tocando em seus primeiros shows com a banda que já lançou três discos etc?
Achei tudo muito bacana!!! Dois grandes shows! E o show do Paraguai foi muito animal mesmo. Rs Baita clima legal entre a gente e uma energia incrível do público! Rock’n Roll total!!
De divertido tem muita coisa! Um milhão de piadas internas e bobeiras. Coloca junto um monte de gente “Séria e de mau humor”, aí já viu! Não saberia citar uma ou outra coisa, mas tem momentos muito engraçados! Muito mesmo! Não fiquei mais nervoso do que sempre fico não. Tem sempre uma tensão natural misturada com a ansiedade antes de show e isso faz parte.
Webmaster: Muitas pessoas ficam na dúvida, como você vai lidar com os solos de Paulo Schroeber nos shows? Ele é um cara de metal pesadão, tipo thrash, death etc e tem outra maneira de tocar, de compor. Você parece mais do rock, jazz, metal power e melódico? Como vai enfrentar o material antígo e expectativas do público/outros integrantes da banda?
Pois é, imagino que algumas pessoas tenham essa dúvida. Isso é natural. Alguns têm uma compreensível preocupação quando existe alguma mudança. E talvez um certo apego ao que se gosta e já está acostumado. Eu achei muito bom o trabalho do Paulo! Não tem o que dizer! O cara é fera! Extremamente técnico, super criativo! Muito bom mesmo! Mas não dá para ignorar o fato de que somos dois guitarristas diferentes com estilos diferentes e linguagens diferentes. Logo, não faz sentido eu querer soar como ele nos solos e acho que o público não quer isso. A banda não quer isso! Nao fica sincero, não soaria nem um pouco verdadeiro! Não apaga em nada tudo de incrível que ele fez. E nem é um desrespeito a todo esse trabalho. Pelo contrário. E o legal é que o público que foi aos shows entendeu perfeitamente isso e foi demais! Me abraçaram como o novo guitarrista da banda e curtiram muito! Não ficaram na dúvida ou preocupados com nada! Fiquei muito feliz!
E agradeço imensamente a todos!!!
Webmaster: Se não me engano, você já conhece o Marcelo Barbosa há algum tempo. Já tocaram juntos em jams, workshops. Tenho certeza que em breve vocês dois estarão muito bem entrosados profissionalmente e pessoalmente! Como você se sente ao lado dele, quais as suas expectativas e esperanças sobre essa parceria?
Sim. O Marcelo é um cara que eu adoro! Muito alto astral, grande guitarrista, profissional demais e totalmente do bem! Como eu me sinto ao lado dele? Imagina rs
Nos demos super bem em todas as oportunidade que estivemos juntos e minha expectativa maior está para as próximas composições. Vai ser muito maneiro!
Webmaster: Olhando para o futuro, você vai trazer o seu próprio espírito para a banda, a sua própria visão? Voltando ao Paulo, você tem outras raízes e influências… Como está sendo o seu trabalho com o ALMAh nesse momento? Você já tá participando do processo de composição de novo material? Acho que o Edu já começou o trabalho em novas faixas.
Sem dúvida! Minha alma e identidade totalmente impressa em tudo que eu fizer com a banda. Não dá pra ser diferente. Neste momento, tenho estado extremamente ocupado com meu trabalho de produtor musical e trabalho solo, por isso ainda não pude me voltar completamente para esse processo, mas o Edu já está trabalhando pesado nas próximas composições do ALMAh e pelo que ouvi, vai ser demais!! Estou bastante ansioso para trabalhar nas guitarras do álbum junto com o Marcelo.
Webmaster: Para terminar, você entrou na banda no período de grandes mudanças, então, quais são suas expectativas?
Minhas expectativas são as melhores! Muito trabalho pela frente! Sou muito feliz de estar numa banda como o ALMAh que trabalha com muita alegria e leva ao público muita coisa boa. Quero agradecer aos fãs da banda que me receberam com muito carinho e espero que possamos sempre trocar essa vibe muito legal nos shows! Estou muito ansioso para o próximo álbum da banda e para os próximos shows .
Espero que vocês curtam!!!
Um grande abraço!
Webmaster: Muito obrigada pelas suas respostas! Seja bem vindo na banda, sucesso, saúde, paz e inspiração!
Obrigado você Irina!! Tudo de bom sempre!!
Irina Ivanova,
www.almah.com.br
Fonte: http://almah.com.br/ptbr/2012/08/10/entrevista-oficial-com-o-guitarrista-do-almah-gustavo-di-padua-agosto-2012/
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Angra: Coletânea "Best Reached Horizons" sai em outubro
O Angra vai lançar uma coletânea chamada “Best Reached Horizons”. A compilação chegará às lojas no final de outubro pela SPV/Steamhammer e sairá em CD duplo.
O CD1 terá um apanhado da era André Matos, enquanto o CD 2 cobre a fase da banda com o vocalista Edu Falaschi, que recentemente deixou a banda. O lançamento ainda inclui um cover raro de “Kashmir”, do Led Zeppelin.
Confira a tracklist de “Best Reached Horizons”:
CD1
01. Carry On
02. Angels Cry
03. Wuthering Heights
04. Evil Warning
05. Nothing To Say
06. Holy Land
07. Carolina IV (ao vivo)
08. Freedom Call
09. Lisbon
10. Metal Icarus
CD2
01. Nova Era
02. Rebirth
03. Hunters And Prey
04. Spread Your Fire
05. Waiting Silence
06. The Course Of Nature
07. Salvation:Suicide
08. Arising Thunder
09. Lease Of Life
10. Kashmir (cover de Led Zeppelin)
Fonte: http://www.territoriodamusica.com/noticias/?c=29801
terça-feira, 4 de setembro de 2012
ALMAh: confirmadas novas datas de sua atual turnê no Brasil
ALMAh confirmou três novas datas em sua atual turnê no Brasil, em suporte ao seu terceiro álbum de inéditas, intitulado “Motion”.
Para essas apresentações, o ALMAH contará com a experiência do baixista paulista Raphael Dafras (German Pascual), em substituição a Felipe Andreoli.
Almah – Motion Tour 2012:
Almah – Motion Tour 2012:
08 de setembro – São Paulo, Brasil – Manifesto Rock Bar
07 de setembro – Brasília/DF, Brasil (Festival Porão do Rock)
06 de setembro – Santos/SP, Brasil – Tribal Club
Em paralelo, o grupo já iniciou o processo de composição do seu quarto álbum, que tem previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2013.
07 de setembro – Brasília/DF, Brasil (Festival Porão do Rock)
06 de setembro – Santos/SP, Brasil – Tribal Club
Em paralelo, o grupo já iniciou o processo de composição do seu quarto álbum, que tem previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2013.
Fonte: http://almah.com.br/ptbr/2012/08/21/almah-confirmadas-novas-datas-de-sua-atual-turne-no-brasil/
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Sonata Arctica: lança clipe da música "Shitload of Money"
Os finlandeses do Sonata Arctica lançaram o segundo vídeo oficial de seu álbum "Stones Grow Her Name", a música escolhida desta vez é "Shitload of Money".
Confira abaixo o clipe com poker, um pouco de caos e moças bem apessoadas
Fonte: http://whiplash.net/materias/news_836/162009-sonataarctica.html
domingo, 2 de setembro de 2012
Van Halen: Eddie submetido a uma cirurgia de emergência
Segundo o site oficial do VAN HALEN, o seu guitarrista Eddie Van Halen foi submetido a uma cirurgia de emergência para tratar de grave ataque de diverticulite.
Ainda segundo o comunicado não serão necessárias mais cirurgias e uma recuperação completa é esperada dentro de 4 ou 6 meses. Ainda segundo o comunicado, os shows do Van Halen programados para novembro de 2012 no Japão estão sendo remarcados e a banda está ansiosa para ver e tocar para os seus fãs em 2013.
Segue a explicação da Wikipedia sobre diverticulite:
Diverticulite é uma inflamação dos divertículos presentes no intestino grosso. Os divertículos são saculações que surgem na parede do intestino grosso no decorrer da vida, devido principalmente a pressão exercida pelo conteúdo intestinal contra esta parede. Quando há a obstrução de algum divertículo por fezes ou alimentos não digeridos, inicia-se um processo inflamatório no divertículo, que em seguida evolui para um processo infeccioso, o que se denomina diverticulite.
sábado, 1 de setembro de 2012
Slipknot: "muitas pessoas queriam que falhássemos"
Amy Harris do CityBeat recentemente entrevistou o co-fundador/conceitualista/percussionista Shawn M. Crahan (mais conhecido como Clown). Confira alguns trechos.
CityBeat: A cada turnê vocês têm uniformes diferentes. Como é o processo de desenhar ou de escolher?
Crahan: Eu sou meio visionário, por assim dizer. Isso não significa que sou visionário sobre tudo. Eu tenho muita responsabilidade por fazer as coisas evoluírem. Desde que nosso baixista [Paul Gray] faleceu [em 2010], estamos relembrando toda uma vida que passou. Saímos em turnê no último verão [no hemisfério norte] e refizemos nossos primeiros macacões e trouxemos as primeiras máscaras para lembrar de onde viemos e para celebrar sua vida. As atuais são uma mistura das do primeiro com as do segundo álbum. O seu número era o 2 e ele teve uma grande participação nesse disco, assim como nos outros. Pensamos em dar ao público algo especial.
Se Paul não tivesse falecido estaríamos terminando o nosso quinto álbum e nos preparando para fazer ele “bombar”. Tudo isso é um pouco inspirado por ele [Gray], porque não temos um novo álbum e estamos dividindo esse processo junto com os fãs. Não o vemos no palco; eles não o veem no palco. Passamos por isso juntos. Estamos nos preparando para dar um fim a este processo de dividir a perda juntos. Não significado que isso é um fim de alguma coisa e um novo começo. Nunca haverá um novo começo.
Sempre haverá somente nove. Mas passamos por esse processo de compartilhar a perda na turnê pela Europa, América do Sul, Austrália e agora os EUA. Vamos terminar essa turnê de entendimento sobre ele não estar mais conosco. Então vamos dar um tempo, fazer um disco, refazer um disco, preparar a turnê, sair em turnê, lançar um disco e promovê-lo. Mas sempre haverá somente nove. Não sei se haverá em algum momento outro pessoa no palco. Provavelmente poderia ser um baixista atrás de nós. Eu não sei e não tenho que pensar nisso porque será um longo caminho.
CityBeat: Vocês sentem calor com as máscaras em dias como hoje?
Crahan: Ninguém a não ser os nove vão entender esse tipo de entrega. A única maneira de explicar é que quando tudo acaba e você tira a máscara e se olha no espelho você sabe que entrou na igreja do KNOT, no altar do KNOT, dando o sermão do KNOT para a congregação do KNOT, e quando você termina e as portas se fecham e você tira o traje, se olha e vê que deu 190 por cento, e não existe nada maior que isso.
Mesmo se eu não tiver tempo de ligar para minha mulher, mesmo se eu não tiver tempo de ser criativo no meu computador, ou se estou com preguiça, ou se não vou fazer nada. Uma coisa certa é que dei 190 por cento no palco, e quando eu tiro a máscara e me olho sei que estou vivo, e que passei por aquilo. Não é nem um sentimento de coisa boa, é mais como uma salvação. Eu só faço isso porque procuro paz. Com a paz vem a guerra, e eu estou em guerra comigo mesmo. Desde que eu nasci sou assim. Eu amo a música, não posso imaginar a vida sem ela. Minha mulher está sempre me apoiando. Meus filhos me apoiam, mas eles são pessoas. A única coisa que sempre esteve comigo foi a música. Antes de eu conhecer minha esposa havia a música. Se minha mulher falecesse ou algo assim a música me ajudaria a superar. Isso não vai acontecer, mas o que quero dizer é que a música sempre esteve na minha vida. Eu devo tudo a ela.
CityBeat: No começo vocês queriam se manter anônimos usando as máscaras. Vocês preferiram se manter assim ao longo do anos, mas agora as pessoas sabem quem vocês são. Vocês ainda sentem que isso é necessário?
Crahan: Foi meio que um truque, porque no começo muitas pessoas queriam que falhássemos, porque somos muito bons. Estamos explodindo desde o primeiro dia, porque uma boa ideia é uma boa ideia, e uma boa música é uma boa música, e uma boa banda é uma boa banda com uma performance. Então, parte disso é que todo mundo queria saber quem estava atrás da máscara, e isso provavelmente era a coisa menos importante de tudo. Por que perguntar isso? Por que não perguntar de onde isso surgiu, ou por que, ou o que está por trás disso? Não o que está atrás da máscara. É da música que as pessoas gostam e é a música que estão comprando.
Raramente eles vão a um show nosso. Geralmente é nos seus carro ou nos seus fones. Então por que perguntar isso? Foi assim até o terceiro disco, quando eu fiz um documentário chamado "Voliminal: Por Dentro Dos Nove" e mostrei cenas de bastidores borrando o rosto das pessoas, mas, quando fiz entrevistas, não fiz nada além de mostrar os rostos. Em nosso terceiro disco as pessoas já não se importavam mais em como nós éramos. Gostavam mais da gente com as máscaras. Eu sempre soube que isso ia acontecer. Nunca houve uma decisão consciente sobre tentar se manter fora dos holofotes e não me mostrar. Vamos falar sobre a música, sobre as letras, sobre o porquê e não sobre quem está atrás da máscara, porque eu não uso uma máscara. Definitivamente eu não uso uma máscara.
Scorpions: letra e tradução de Humanity
Humanity
Auf wiedersehen
It's time to say goodbye
The party's over
As the laughter dies
An angel cries
Humanity
It's au revoir to your insanity
You sold your soul to feed your vanity
Your fantasies and lies
You're a drop in the rain
Just a number, not a name
And you don't see it
You don't believe it
At the end of the day
You're a needle in the hay
You signed and sealed it
And now you gotta deal with it
Humanity
Humanity
Goodbye
Goodbye
Be on your way
Adios amigo there's a price to pay
For all the egotistic games you played
The world you made
Is gone
You're a drop in the rain
Just a number, not a name
And you don't see it
You don't believe it
At the end of the day
You're a needle in the hay
You signed and sealed it
And now you gotta deal with it
Humanity
Humanity
Goodbye
Goodbye
Run and hide there's fire in the sky
Stay inside
The water's gonna rise and pull you under
In your eyes I'm staring at the end of time
Nothing can change us
No one can save us from ourselves
You're a drop in the rain
Just a number, not a name
And you don't see it
You don't believe it
At the end of the day
You're a needle in the hay
You signed and sealed it
Now you gotta deal with it
Humanity
Humanity
Humanity
Goodbye
Goodbye
Goodbye
Goodbye
[It's time]
TRADUÇÃO
Humanidade
Humanidade
Auf wiedersehen (despedida em alemão)
É tempo de dizer adeus
A festa acabou
O riso morreu
Um anjo chora
Humanidade
É au revoir pra sua insanidade
Você vendeu a sua alma para alimentar sua vaidade
Suas fantasias e mentiras
Você é uma gota na chuva
Apenas um número e não um nome
E você não vê isso
Você não acredita nisso
E no fim do dia
Você é uma agulha no palheiro
Você assinou e selou isso
Agora você têm que lidar com isso
Humanidade
Humanidade
Adeus
Adeus
Continue assim
Adiós amigo ai está o preço a se pagar
Por todos os jogos egoístas que você jogou
O mundo que você fez
Se foi
Você é uma gota na chuva
Apenas um número e não um nome
E você não vê isso
Você não acredita nisso
E no fim do dia
Você é uma agulha no feno
Você assinou e selou isso
Agora você têm que lidar com isso
Humanidade
Humanidade
Adeus
Adeus
Corra e se esconda, há fogo no céu
Fique aí dentro
A água vai subir e puxá-lo para baixo
Nos seus olhos eu observo o fim dos tempos
Nada pode nos mudar
Ninguém pode nos salvar de nós mesmos
Você é uma gota na chuva
Apenas um número e não um nome
E você não vê isso
Você não acredita nisso
E no fim do dia
Você é uma agulha no palheiro
Você assinou e selou isso
Agora você têm que lidar com isso
Humanidade
Humanidade
Humanidade
Adeus
Adeus
Adeus
Adeus
Ainda há tempo
Kiss: Letra e Tradução de Detroit Rock City
I feel uptight on a Saturday night
Nine o'clock and the radio's the only light
I hear my song and it pulls me trough
Comes on strong, tells me what I gotta' do
I got to
Get up!
Everybody's gonna' move their feet
Get down!
Everybody's gonna' leave their seat
You gotta' lose your mind in Detroit Rock City
Get up!
Everybody's gonna' move their feet
Get down!
Everybody's gonna' leave their seat
Getting late, I just can't wait
Ten o'clock and I know I gotta' hit the road
First I drink, then I smoke
Start the car and I try to make the midnight show
Get up!
Everybody's gonna' move their feet
Get down!
Everybody's gonna' leave their seat
Movin' fast doin' ninety-five
Hit top speed but I'm still movin' much too slow
I feel so good, I'm so alive
I hear my song playin' on the radio
It goes
Get up!
Everybody's gonna' move their feet
Get down!
Everybody's gonna' leave their seat
You gotta' lose your mind in Detroit Rock City
Twelve o'clock, I gotta rock
There's a truck ahead, lights starin' at my eyes
Oh my God! No time to turn
I got to laugh 'cause I know I'm gonna' die!
Why?
(2x)
Get up!
Everybody's gonna' move their feet
Get down!
TRADUÇÃO
Detroit Cidade do Rock
Eu me sinto ansioso numa noite de sábado
Nove da noite, o rádio é a única luz
Eu ouço minha música e ela me socorre
Vamos com firmeza, me diga o que tenho que fazer...
Eu tenho que...
Levantar
Todo mundo vai mexer os pés
Abaixar
Todo mundo vai deixar seu assento
Você tem que perder sua cabeça em Detroit Rock City
Levantar
Todo mundo vai mexer os pés
Abaixar
Todo mundo vai deixar seu assento
Está ficando tarde , simplesmente não posso esperar
As dez da noite eu sei que devo botar o pé na estrada
Primeiro eu bebo, depois fumo
Ligo o carro, e tento fazer o show da meia-noite
Levantar
Todo mundo vai mexer os pés
Abaixar
Todo mundo vai deixar seu assento
Movendo-se veloz, fazendo 95
Atinjo a velocidade máxima mas ainda estou muito devagar
Eu me sinto tão bem, estou tão vivo
Eu ouço minha música tocando no rádio
Lá vai
Levantar
Todo mundo vai mexer os pés
Abaixar
Todo mundo vai deixar seu assento
Você tem que perder sua cabeça em Detroit Rock City
As doze, eu tenho que sacudir
Há um caminhão á frente, com os faróis nos meus olhos
Oh meu Deus, sem tempo para virar
Eu começo a rir por que sei que vou morrer
Porque?
(2x)
Levantar
Todo mundo vai mexer os pés
Abaixar
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