domingo, 27 de janeiro de 2013
Bandas Brasileiras que cantam em inglês rebatem crítica de Jack Endino
Músicos brasileiros que tiveram sucesso cantando em inglês rebatem as críticas feitas pelo produtor Jack Endino nesta quarta-feira (23) a bandas do país que optam pela língua inglesa. “Nunca vai dar para vocês fazerem sucesso fora do Brasil, e eu não vejo como vai fazer sucesso dentro. Sei que o Sepultura conseguiu, mas o inglês deles era excelente”,escreveu Endino.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Andreas Kisser recebe homenagem na Inglaterra
Nesta sexta-feira (24), data em que celebra 44 anos de vida, o músico Andreas Kisser recebeu um presente especial. O guitarrista do Sepultura foi homenageado no festival internacional Beatle Week, em Liverpool, na Inglaterra.
Ele é o primeiro brasileiro a ter seu nome inserido no “Muro da Fama”, um memorial que presta tributo a grandes expoentes do rock inglês como Beatles, Rolling Stones, The Who e Queen.
Considerado um dos maiores nomes do metal mundial, Andreas, juntamente com o Sepultura, vendeu mais de 15 milhões de discos. Apesar de tocar em uma banda de metal, o músico não esconde o seu ecletismo ao trabalhar com linhas de MPB, blues, jazz, entre outros.
sábado, 10 de dezembro de 2011
ALMAH & SEPULTURA: aviso de utilidade pública
A empresa Base2 Produções, única responsável pelo agendamento de shows das bandas SEPULTURA e ALMAH no Brasil, notificou o surgimento de uma produção falsa que carrega os nomes dos grupos citados.
A suposta produção, com o objetivo de lesar o público das bandas SEPULTURA e ALMAH, passou a circular um cartaz falso na internet (imagem a cima) e a cobrar ingressos antecipados.
A Base2 Produções é a única empresa que pode confirmar a veracidade ou não dos compromissos das bandas SEPULTURA e ALMAH.
Para qualquer informação sobre as agendas das bandas SEPULTURA e ALMAH, basta contactar a agência Base2 Produções através do telefone 11 3673-2758 ou no e-mail shows@base2producoes.com.br.
Fonte: http://almah.com.br/ptbr/2011/11/20/almah-sepultura-aviso-de-utilidade-publica/
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
ELOY CASAGRANDE É O NOVO BATERISTA DO SEPULTURA
A partir do dia 13 de Novembro de 2011, o paulistano Eloy Casagrande assume as baquetas do Sepultura. Após cinco anos como baterista da banda, o mineiro Jean Dolabella deixa o posto para se dedicar a outros projetos.
"Quando recebi o convite para entrar no Sepultura, fiquei em choque", conta Eloy."Sou fã da banda há anos, será uma honra tocar com eles". Eloy, que tem 20 anos de idade, foi o vencedor do prêmio Modern Drummer's Undiscovered Drummers Contest (maior festival de bateristas do mundo) em 2006.
"Eu tenho certeza que o Eloy vai fazer um grande trabalho com o Sepultura, ele já é um músico que demonstra muita segurança e técnica, apesar de ser jovem", acredita Andreas Kisser. "Fizemos um ensaio com ele e a casa caiu, foi fantástico, tocou o material antigo e o novo como se tivesse na banda há muito tempo. O Sepultura mostra ao mundo mais um monstro brasileiro da bateria."
O Sepultura agradece à Jean Dolabella pela sua dedicação à banda e deseja sorte em seus novos projetos. "O período do Jean na banda foi muito positivo, fizemos dois grandes discos e incontáveis concertos que ficarão para a história do Sepultura. Só temos a agradecer a sua contribuição e energia durante estes anos", acrescenta Kisser.
2011 está trazendo muitas notícias boas para a banda, que está no Brasil até o dia 23/11 com a turnê do álbum KAIROS e segue para a Europa para uma tour com Exodus e Destruction.
Além do lançamento de KAIROS, em abril o Sepultura tocou na Virada Cultural, em São Paulo, em um show único com a Orquestra Experimental de Repertório, show que será lançado em DVD. Em setembro, o show do Sepultura no Rock in Rio, que teve participação do grupo francês de percussão Tambours Du Bronx, foi um dos mais elogiados e comentados pela crítica e público, incluindo uma resenha positiva no jornal New York Times (http://artsbeat.blogs.nytimes.com/2011/09/26/rock-returns-to-rio-with-a-righteous-beat/) A banda já está com a agenda cheia em 2012, com shows pela Asia,Oceania, Europa e Estados Unidos.
O Brasil fica com os meses de Maio e Setembro para a continuidade da tour KAIROS. Um documentário sobre a banda também está sendo produzido.
Abaixo vídeo do Sepultura tocando Kairos ainda com o antigo baterista Jean Dolabella
Fonte: http://sepultura.uol.com.br/?news=41
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Andreas Kisser diz que Sepultura decidiu tocar em palco menor
O guitarrista e líder do grupo, Andreas Kisser, em entrevista ao iG, revela que a decisão de tocar no palco secundário foi da própria banda em conjunto com a produção e que não se arrepende da escolha. Ele lamenta ter interferido no show de outra banda, mas diz sequer ter notado algum tipo de mistura de sons na sua apresentação. Para ele, a “atitude do Sepultura estava mais alta”.
Kisser falou ainda sobre a dobradinha com Lemmy Kilmister no show do Motörhead e a apresentação de clássicos do rock ao lado de Ed Motta, mas elegeu o Metallica como o melhor do festival até o momento.
iG: O show do Sepultura dividiu o público com o palco principal, e o som dos dois espaços misturavam. Do palco, como você observou essa questão? Subestimaram o Sepultura?
Andreas Kisser: Na verdade, foi uma decisão tomada em conjunto pela própria banda com a organização do festival. O Sunset tinha essa proposta de fazer essas misturas e a gente queria fazer um show especial com o pessoal do Tambours du Bronx, que já conhecemos há uns três ou quatro anos. Provavelmente agora vai acontecer mais, foi uma première. Foi bom, apesar dos atrasos que a gente teve. Foi um show fantástico, superou todas as expectativas, inclusive a nossa. Foi memorável.
iG: Mas o som do Gloria [que tocava no mesmo momento] chegou a atrapalhar o de vocês?
Andreas Kisser: O som do palco Mundo não atrapalhou, não deu para escutar nada porque a gente tocou mais alto. A atitude estava mais alta, pelo menos. Infelizmente tivemos de tocar junto com o Gloria, não era para ter acontecido isso, mas não tirou o brilho do nosso show.
iG: Vocês fizeram um cover de “Firestarter”, do Prodigy, um som mais eletrônico. É uma tendência para o Sepultura?
Andreas Kisser: Gravamos essa faixa como bônus do [disco] 'Kairos', saiu em uma edição especial junto com uma música inédita. Foi a primeira que tocamos ao vivo e com os tambores teve tudo a ver, funcionou muito bem. O Prodigy não influenciou tanto assim o Sepultura, mas é uma banda muito enérgica, tem muita influência de punk e até heavy metal. A versão ao vivo do Prodigy de “Firestarter” tem muita guitarra, é uma coisa bem caótica. Acho que a mistura com os tambores apresentou a música de uma forma única.
iG: Entre o público do palco Sunset havia muita gente revoltada pelo Sepultura estar ali e alguns chegaram a hostilizar o pessoal do Gloria. Você notou isso do palco?
Andreas Kisser: Não deu para notar do palco, só depois com os comentários nas redes sociais. O Sepultura tem história, bagagem, para estar em qualquer palco. Mas foi uma escolha consciente da banda e da produção de fazer essa mistura num palco especial e trazer esse palco para um nível que não seja palco B. Um lugar que tem Sepultura, Joss Stone, Mike Patton, Ed Motta, não pode ser palco B. É o palco da jam. Estou achando muito mais rica essa experiência do que fazer um show mais comum no palco Mundo, uma coisa mais esperada.
iG: Com o Ed Motta vocês tocaram [músicas de] Allman Brothers, Animals, Led Zeppelin e outros. Como você percebeu a repercussão de show? Funcionou como esperado?
Andreas Kisser: Isso é raiz de qualquer rock. Qualquer um que está na música conhece Led Zeppelin, Jimi Hendrix... O Ed Motta cresceu no metal, era metaleiro mesmo, só andava de preto, totalmente radical, e conhece muito. É uma enciclopédia musical. Essa foi a intenção. Juntar ali gerações diferentes e fazer aquela coisa que a gente curte.
iG: E como foi a participação no show do Motörhead?
Andreas Kisser: Foi como o James Hetfield [Metallica] falou no palco. Tinha várias bandas espetaculares na noite, mas tudo por culpa do tio Lemmy [vocalista e baixista do Motörhead]. Realmente, não fosse o Motörhead, nada daquilo estaria acontecendo. Não foi a primeira vez que toquei com ele. Já tocamos “Going to Brazil”, ele já fez jam com o Sepultura tocando “Orgasmatron”, mas foi especial por ser no Brasil, em um puta festival.
iG: Chegou a conversar com eles no backstage? Como foi o acerto para essa dobradinha?
Andreas Kisser: Uma noite antes estávamos no hotel tomando umas no bar. No dia seguinte encontrei o Lemmy no backstage. É uma pessoa muito tranquila, fica lá na dele jogando caça-níquel, tomando o “Jack and Coke” dele [mistura de Jack Daniels com Coca-cola], é o cara mais tranquilo do mundo, é foda.
iG: Mas ele colocou um caça-níquel no backstage ou jogou no computador?
Andreas Kisser: Ele tem uma máquina, que leva para todos os cantos do mundo (risos).
iG: Quais os projetos para o Sepultura?
Andreas Kisser: Estamos com uma turnê agora em outubro com a Machine Head, vamos fazer São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, além de Argentina e Chile. Esses são os próximos passos. Em novembro temos mais três semanas de turnê na Europa para fechar o ano.
iG: Qual foi o melhor show que você viu no Rock in Rio, sem contar o Sepultura?
Andreas Kisser: Difícil dizer, mas acho que o Metallica é sempre fantástico. Ele segura um milhão de pessoas e parece que está conversando com você do seu lado. O repertório dos caras é muito bom, estão em um momento foda. Curti bastante o Korzus também, fizeram um repertório bem legal. Talvez eu vá também no dia 1º [sábado], para ver Skank e Coldplay.
Confira o Show completo do Sepultura no vídeo abaixo
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/rockinrio/andreas-kisser-diz-que-sepultura-decidiu-tocar-em-palco-menor/n1597249234829.html
domingo, 25 de setembro de 2011
Rock in Rio tem programação dedicada ao metal neste domingo
O rock pesado tem seu momento no Rock in Rio neste domingo (25). O Palco Mundo do festival terá apresentações de diferentes gerações do heavy metal e do hard rock, com clássicos como Motörhead e Metallica tocando ao lado de bandas mais recentes, como Slipknot e Cohhed & Cambria. Os brasileiros do Gloria abrem a programação. Além das atrações internacionais, o festival terá apresentação de parcerias inéditas no Palco Sunset, blues e jazz na Rock Street e batida tecno e dance na área Eletrônica. Com base em apresentações recentes dos grupos escalados, o G1 apresenta abaixo como devem ser os shows da noite.
0h50 – Metallica
Um ano e meio depois de sua visita mais recente ao Brasil, o Metallica encerra a noite do rock pesado no Palco Mundo do Rock in Rio. A banda vem se apresentando em turnê desde o lançamento do seu último disco, "Death magnetic", de 2009, e tem feito shows junto a Megadeth, Slayer e Anthrax no chamado Big 4, com os principais nomes do thrash metal. (Confira o repertório apresentado pelo Metallica neste mês nos EUA)
Com três décadas de carreira, o Metallica se consagrou como o maior nome do metal internacional em 1991, quando lançou o álbum preto, disco mais bem sucedido da banda, e partiu em longas e elogiadas turnês internacionais. Desde então, entretanto, continuou fazendo grandes shows, mas passou por dificuldades para acertar o tom até o lançamento, em 2009, de seu álbum mais recente.
Desde que o grupo se reorganizou com Robert Trujillo no baixo e lançou o aclamado "Death magnetic", o baterista e líder da banda, Lars Ulrich, tem defendido que o Metallica tenha um repertório flexível, decidido sempre no dia do show e de acordo com o humor da banda no momento. As apresentações têm incluído canções mais recentes ao lado de clássicos de álbuns como "Ride the lightning" e mesmo do "...And justice for all". O grupo tem dado pouco espaço, entretanto, para músicas dos álbuns "St. Anger", "Load" e "Reload". A apresentação deve durar cerca de uma hora e meia.
23h10 - Slipknot
A banda norte-americana talvez seja mais conhecida do público geral por se apresentar com todos os integrantes usando máscaras com imagens de terror. Entre o público metaleiro, entretanto, o Slipknot conquistou espaço com um rock pesado, rápido e acompanhado por uma percussão que intensifica a batida das canções. A banda fez parte do movimento de "nu-metal" referência a grupos de rock pesado dos anos 1990 que deram uma roupagem mais contemporânea ao estilo.
Em maio deste ano, o grupo perdeu seu baixista. Paul Gray foi encontrado morto em um hotel nos EUA, após overdose acidental de morfina e fentanil - um substituto sintético da morfina. Para falar sobre o assunto, a banda apareceu em uma entrevista coletiva sem as tradicionais máscaras.
O Slipknot surgiu no meio dos anos 1990, e seu primeiro álbum, lançado em 1999, vendeu 2 milhões de cópias. Em 2006, a banda venceu um Grammy pela performance da música "Before i forget". O último álbum de estúdio da banda, "All hope is gone", estreou no topo da parada da Billboard em 2008. A banda retomou shows ainda neste ano, e tem apresentado as principais canções de sua carreira, como "(sic)", "Before i forget" e "Spit it out"
21h40 - Motörhead
Citada pelo próprio Metallica como referência para o estilo da banda, o Motörhead é o mais veterano entre os grupos de rock pesado escalados no Rock in Rio. Ícone do heavy metal, faz shows há 35 anos e é liderado pelo vocalista e baixista Lemmy Kilmister. Eles já lançaram 27 discos e emplacaram hits como “Ace of spades” e “Bomber”.
A banda já se apresentou em São Paulo neste ano, e os repertórios têm incluído os principais hits e algumas músicas mais novas. Uma das músicas que devem fazer parte do show é "going to Brazil", em que falam sobre vindas ao país, especialmente ao Rio de Janeiro.
20h10 - Coheed and Cambria
A mais recente entre as bandas de rock pesado internacionais que se apresentam neste domingo (25) no Rock in Rio é a americana Coheed and Cambria. Com uma sonoridade mais progressiva, a banda se consolidou com a gravação de álbuns conceituais, com canções longas e sonoridade bem trabalhada.
O show deve durar uma hora. Considerando apresentações recentes do grupo, é possível esperar que façam parte da apresentação canções como "No world for tomorrow" e "Welcome home"
19h - Gloria
A banda paulista Gloria abre a programação do dia de rock pesado do Rock in Rio. A banda, que mistura o peso do metal com um toque melódico, vai abrir a noite do Palco Mundo, onde ocorrerão os principais shows.
Com nove anos de carreira, o Gloria tem dois CDs lançados por selos independentes e o álbum "Gloria", lançado pela pela Universal em 2008. O grupo de São Paulo é formado por Mi (voz), Elliot (guitarra/voz), Peres (guitarra), João (baixo) e Fil (bateria).
Tarde
A programação do Rock in Rio começa no início da tarde em dois dos palcos alternativos do festival. Desde as 14h30, artistas vão se apresentar em parcerias inéditas no Palco Sunset e grupos de blues e jazz dominam a Rock Street.
O grupo carioca Matanza abre a programação do palco Sunset, às 14h30, ao lado do cantor de hip hop B Negão, que cantava com o Planet Hemp.
Em seguida, às 15h35, a banda paulista de thrash metal Korzus toca ao lado do projeto The Punk Metal Allstars, formado especialmente para o festival com a reunião de membros do Dead Kennedys, do Misfits, do Exodus, e do Destruction.
A veterana banda brasileira de metal melódico Angra se apresenta no Sunset a partir das 16h45 junto à cantora finalndesa Tarja Turunen, que fazia parte do Nightwish.
O Sepultura encerra a programação do Sunset a partir das 18h com uma apresentação ao lado dos percussionistas franceses do Tambours Du Bronx.
Rock Street
A programação da Rock Street começa às 14h30 e terá mais uma vez a participação dos pianistas Seeley & Baldori da banda de música do leste europeu Go East Orkestar, do grupo de rua Orleans Street Jazz Band e do sapateador Steven Harper. Quem completa a programação da área é o guitarrista Victor Biglione.
Eletrônica
A programação da área Eletrônica do Rock in Rio tem início às 22h com o Vencedor PT Burn. Em seguida, vêm Killer on The Dancefloor e The Twelves. À 1h começa a apresentação de Steve Aoki. Boys Noize encerra as apresentações a partir das 2h30.
Fonte: http://g1.globo.com/rock-in-rio/2011/noticia/2011/09/rock-rio-tem-programacao-dedicada-ao-metal-neste-domingo.html
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Sepultura divulga faixa de novo disco, Kairos
O Sepultura disponibilizou para audição "Kairos", o primeiro single de seu disco homônimo. O 12º album de estúdio da banda chega às lojas no dia 24 de junho.
"Kairos" foi gravado entre os dias 20 de janeiro e 28 de fevereiro nos estúdios da TV Trama, em São Paulo. O processo foi quase todo transmitido ao vivo pela internet. "Foi uma experiência nova deixar todo mundo assistir o que a gente faz dentro do estúdio, que é um lugar sagrado para todas as bandas", contou o guitarrista Andreas Kisser ao UOL Música.
Com produção do norte-americano Roy Z, da banda de Rob Halford, o novo álbum fecha uma espécie de trilogia temática iniciada com "Dante XXI" (2006) e seguida por "A-Lex" (2009), mas de forma peculiar. Se o primeiro foi baseado no livro "A Divina Comédia" e o segundo em "Laranja Mecânica", "Kairos" traz como tema a biografia do Sepultura. "Agora a gente fala da nossa experiência, da nossa carreira, os bons e maus momentos. Na verdade é um livro, mas da nossa própria história", adiantou Kisser.
Veja as músicas que fazem parte de "Kairos"
"Spectrum"
"Kairos"
"Relentless"
"(2011)"
"Just One Fix" (Ministry cover)
"Dialog"
"Mask"
"(1433)"
"Seethe"
"Born Strong"
"Embrace The Storm"
"(5772)"
"No One Will Stand"
"Structure Violence (Azzes"
"(4648)"
A versão deluxe de "Kairos" terá duas faixas bônus e um DVD com o making of do álbum.
Faixas bônus:
"Firestarter" (Prodigy cover)
"Point of No Return"
Fonte: http://kissfm.com.br/portal/noticias/sepultura-divulga-faixa-de-novo-disco-kairos
sábado, 7 de maio de 2011
Sepultura divulga capa de novo disco
A banda brasileira de heavy metal mais conhecida no mundo, o Sepultura, divulgou a capa de seu novo disco, KAIROS, que será lançado mundialmente no dia 24 de junho.
A capa do 12º álbum de estúdio da banda foi criada pelo artista americano Erich Sayers, que explica o conceito do trabalho.
- Eu comecei a pesquisa pela palavra Kairos, que significa tempo, as ações que tomamos e a repercussão positiva ou negativa que as seguem. Eu sabia que a imagem teria que ter asas e que de alguma forma ela deveria representar tempo.
O guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser também falou sobre o trabalho de Sayers.
- Nós o encontramos nos camarins de um show que fizemos em Los Angeles. Ele nos deixou um cartão e assim que Derrick (vocalista da banda) e eu visitamos o site dele, ficamos muito surpresos com a qualidade do trabalho.
KAIROS foi gravado em São Paulo, entre os meses de fevereiro e março deste ano, com produção de Roy-Z (Judas Priest, Halford, Bruce Dickinson, Helloween).
Veja abaixo o relação de músicas que estará presente no novo disco da banda, que terá uma versão de luxo lançada no Brasil, com duas faixas bônus e um DVD com making off do álbum.
1. Spectrum
2. Kairos
3. Relentless
4. (2011)
5. Just one Fix (Ministry cover)
6. Dialog
7. Mask
8. (1433)
9. Seethe
10. Born Strong
11. Embrace the Storm
12. (5772)
13. (No One Will Stand)
14. Structure Violence (Azzes)
15. (4648)
Faixas bônus:
Firestarter (The Prodigy cover)
Point of No Return
Fonte: http://entretenimento.r7.com/musica/noticias/sepultura-divulga-capa-de-novo-disco-20110506.html
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Novo álbum do Sepultura terá gravação exibida na internet
O Sepultura irá transmitir pela internet a gravação de seu novo álbum. A partir do dia 20 de janeiro, a banda de trash metal vai exibir no site da TV Trama a rotina da produção do disco dentro do estúdio. A transmissão será diária, sempre das 16h às 18h.
Segundo o estúdio, 12 músicas inéditas estão em fase de pré-produção. O produtor do disco é Roy Z, que já trabalhou com Judas Priest e Bruce Dickinson.
O trabalho será o segundo do Sepultura sem Iggor Cavalera na bateria. Em dezembro, o guitarrista Andreas Kisser negou que haverá uma reunião da banda com os irmãos Cavalera - Max abandonou o grupo no auge, em 1996, para formar o Soufly.
Em 2008, após dez anos brigados, Max e Iggor voltaram a se falar e criaram juntos o projeto Cavalera Conspiracy, que lançou seu primeiro álbum em 2008 e vinha se apresentando ao vivo desde então – eles tocaram no Festival SWU em Itu, no interior paulista, em outubro deste ano.
sábado, 8 de janeiro de 2011
Max Cavalera: "eu não preciso de uma reunião do Sepultura"
O MetalSickness.com realizou uma entrevista com Max Cavalera, líder das bandas SOULFLY e CAVALERA CONSPIRACY. Nessa última, ele toca com o irmão baterista Igor Cavalera, com quem fundou o SEPULTURA.
Sobre a possibilidade de uma reunião da formação original do Sepultura, Max diz:
"As pessoas me perguntam muito sobre essa coisa da reunião. Eu disse várias vezes que eu nem sequer preciso fazer isso, pois minhas bandas estão indo realmente bem - CAVALERA CONSPIRACY e SOULFLY estão indo tão bem que eu nem sequer preciso de uma reunião do Sepultura para a minha vida. Mas eu gostaria de fazê-la pelos fãs, porque eles estão pedindo isso demais. Mas eu acho que a pessoa a quem eles deveriam pedir mais por isso é o Paulo [baixista do SEPULTURA], porque ele é quem vem dizendo para as pessoas que não vai acontecer. Então eu realmente não sei. Se as pessoas querem saber, devem perguntar a ele. Eles deveriam perguntar a ele diretamente 'Por que você está dizendo que não vai acontecer?' e obter uma resposta dele."
Max ainda afirma que falou com os demais integrantes da formação original:
"Eu convenci meu irmão - Igor disse que toparia - e eu falei com Andreas [Kisser, guitarrista do SEPULTURA] e estava tipo, 'Tudo bem, eu topo. Vamos fazer essa reunião.' E então Paulo se tornou o problema. É meio ridículo na verdade, porque... Eu quero dizer... Naquela banda agora, não há ninguém original. Eu criei a banda, eu dei o nome. Eu comecei a banda quando eu estava na escola com Igor. Ninguém daquele tempo está na banda agora, desde que começamos. Eu não sei... É meio esquisito ter eles carregando por aí o nome como se fosse deles; eles realmente agem como se fosse a banda deles. Realmente, não é. A banda era minha e de Igor no início."
Na entrevista, que pode ser conferida no original com legendas em francês no vídeo abaixo, Max também fala sobre a saída recente do baixista do SOULFLY, Bobby Burns.
Fonte: http://whiplash.net/materias/news_856/121384-sepultura.html
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Max Cavalera quer reunir a formação original do Sepultura
Max Cavalera (SOULFLY, CAVALERA CONSPIRACY, ex-SEPULTURA) foi entrevistado para a edição especial do "The Year In Metal", do "Headbangers Ball" da MTV2. Confira um trecho do que ele disse no episódio
Quando perguntado sobre os persistentes rumores de uma reunião da formação clássica do Sepultura, Max disse, “Eu gostaria de fazer isso. E tentei meu melhor – eu convenci Igor a voltar; eu disse: ‘Você voltaria se eu estivesse envolvido?’. E eu falei com o Andreas. Andreas pareceu interessado, a princípio, e então depois disso ele ficou estranho; advogados começaram a ficar envolvidos e merdas do tipo. Então eu não sei. E eu li em algum canto que o único que não quer fazer isso é o Paulo. (risadas) Qual é, como... Eu não sei qual é sua atuação; eu não seu qual é seu problema. Eu adoraria [reunir a formação clássica do SEPULTURA] – apenas para meus fãs. Mostrar-lhes tudo o que essa banda foi.”
Em resposta o Sepultura postou em seu site oficial um vídeo em que Andreas Kisser coloca um ponto final definitivo nos rumores sobre a reunião da formação original da banda, circulando pela mídia nos últimos tempos.
Kisser recomenda que ninguém acredite em mentiras e boatos, ressalta que não há comunicação deles com os Cavalera, que cada um está fazendo o seu trabalho e que o Sepultura irá gravar seu novo disco em janeiro, com produção de Roy Z, sendo lançado mundialmente pela Nuclear Blast em maio. Já há datas confirmadas para a próxima turnê, segundo Kisser, incluindo uma apresentação no festival alemão Wacken, sendo a primeira vez que o Sepultura irá tocar lá.
Abaixo eu postei quatro vídeos o primeiro é a entrevista do Max Cavalera em que ele fala sobre a reunião e o segundo o vídeo da resposta do Sepultura o terceiro é um vídeo da formação original tocando Territory e o quarto é um vídeo da formação nova tocando We've Lost You.
Fonte: http://whiplash.net/materias/news_856/120663-sepultura.html e http://whiplash.net/materias/news_856/120530-sepultura.html
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
ENTREVISTA - Andreas Kisser fala sobre o próximo CD do Sepultura
Esta semana, o Sepultura revelou em sua conta no Twitter que está preparando um disco de inéditas. A banda passou os últimos dois anos divulgando o elogiado 'A-Lex' e agora trabalha novas ideias em um estúdio na capital paulista. As gravações devem começar em novembro, conforme nos adiantou Andreas Kisser.
Veja o papo rápido que o site da revista Guitar Player teve com o guitarrista sobre a próxima tacada do Sepultura, que caminha para as três décadas de carreira.
Guitar Player – O próximo álbum será temático, como os mais recentes, ou terá outra proposta?
Andreas Kisser – Sim, temos um conceito. Não será baseado em um livro, como os dois últimos trabalhos, mas de certa forma será! Na verdade, seremos influenciados pela própria história do Sepultura, a nossa biografia. São 25 anos de trajetória musical, com muitas experiências e viagens, até chegar aos dias de hoje. O agora, o momento atual, será a nossa maior inspiração, revendo o passado e vivendo o presente. Ou seja, o porquê de estarmos aqui depois de tanta coisa que mudou, dentro e fora da banda, e, mesmo assim, continuarmos a tocar e curtir muito o que fazemos. Temos escrito algumas músicas desde a turnê na Europa [nos últimos meses]. Agora estamos aperfeiçoando as ideias, e as canções estão fluindo muito bem. Estão mais trabalhadas, mais longas, uma característica dos temas mais antigos do Sepultura.
Guitar Player – Para você, em especial, o que tem sido inspirador nesse processo criativo?
Andreas Kisser – Acabamos de voltar de uma turnê espetacular de cinco meses pela Europa e a banda está muito afinada, com um pique inacreditável e muita fome de coisa nova. Durante a extensa turnê de 'A-Lex', quase dois anos, tiramos do baú alguns temas que não tocávamos nem na época do Max [Cavalera], como 'Infected Voice', 'Septic Schizo', 'Meaningless Movements' e outras velharias. Isso me levou de volta a riffs que não tocava há muito tempo. Tive de reaprender alguns, o que tem tido muita influência em relação aos novos temas.
Guitar Player – Vocês já têm quantas músicas para o novo CD? Pode nos revelar os nomes de algumas?
Andreas Kisser – Estamos trabalhando em umas cinco músicas. Estamos focados nelas, trabalhando os detalhes sem nos dispersarmos em muitas ideias ao mesmo tempo. Isso já é um pouco diferente do que foi o processo do [disco] 'A-Lex'. Não tenho nomes para divulgar – temos algumas ideias [de títulos], mas ainda é muito cedo.
Guitar Player – Quando começam a gravar?
Andreas Kisser – Começamos no meio de novembro e, se tudo correr como o previsto, em março o novo material estará disponível.
Fonte: http://guitarplayer.uol.com.br/?area=detalheNoticia&id=1027






